sexta-feira, 30 de março de 2012

Jornadas Bolivarianas 8a. edição 2012: Cartaz


O Caribe, região estratégica para a dominação imperialista na América Latina é também espaço de emancipação de nossos povos. Da primeira Revolução no Haiti no início do século XIX à Revolução Cubana na metade do século XX, o Caribe condensa a dramática e heroica experiência latino-americana que, não obstante, ainda permanece como página esquecida nas Ciências Sociais no Brasil.

O IELA destina as Jornadas Bolivarianas de 2012 ao estudo e reflexão desta  importante e estratégica experiência histórica sem a qual seguiremos ignorando parte de nosso passado, presente e futuro comum.

Maiores informações sobre a programação no folder do evento ou clicando aqui.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Jornadas Bolivarianas 8a. edição 2012: Programação



JORNADAS BOLIVARIANAS
8a. Edição . 2012

23 DE ABRIL DE 2012

Noite: Auditório da Reitoria da UFSC

18:30 - Abertura oficial das VIII Jornadas Bolivarianas

19:00 - Conferência de abertura:
O Caribe, região estratégica do imperialismo
Digna Castañeda
Presidenta da Cátedra do Caribe
Universidad de La Habana (Cuba)


24 DE ABRIL DE 2011

Manhã: Auditório da Reitoria da UFSC

9:00 h - Apresentação do livro:
Em luta pela terra sem mal: a saga Guarani contra a escravidão na Bolívia
Juliana dal Piva

09:15 h - Conferência:
Os estudos sobre o Caribe
Carlos Martínez
Universidad Nacional de Colómbia
(Colômbia)

Tarde: UFSC e Hall da Reitoria da UFSC

14:30 h - 18:00 h:
Apresentação de Trabalhos

Noite: Auditório da Reitoria

18:30 h - Apresentação do livro:
Anuário Educativo Brasileiro
Nildo Ouriques

18:45 h - Conferência:
O Caribe: dependência e subdesenvolvimento
Norman Girvan
(Jamaica/Trinidad Tobago)


25 DE ABRIL DE 2012

Manhã: Auditório da Reitoria

9:00 h - Conferência:
A realidade do Haiti
Maria Ceci Misozcky
UFRGS
(Brasil)

Tarde: UFSC e Hall da Reitoria da UFSC

14:30 h - 18:00 h:
Apresentação de Trabalhos

Noite: Auditório da Reitoria

19:00 h -  Mesa Redonda:
Os movimentos sociais e as lutas populares
Digna Castañeda, Carlos Martínez, Norman Girvan

22:00 h – Confraternização
Festa Caribenha

domingo, 30 de outubro de 2011

Definido o tema das Jornadas Bolivarianas de 2012



Em sua próxima edição (oitava), as Jornadas Bolivarianas propõem uma reflexão sobre O CARIBE E SUAS RELAÇÕES COM A AMÉRICA LATINA, com a intenção de problematizar um tema de enorme relevância para a região latino-americana e quase completamente esquecido pelos estudos universitários brasileiros.

No contexto das novas conformações econômicas e políticas da América Latina a região do Caribe ainda permanece bastante obscura e desconhecida pelos brasileiros. No que diz respeito ao restante da América Latina, os últimos anos mostraram que o Brasil já não está mais de costas para esses países. Nao somente a nova orientação da política externa brasileira – marcada por extraordinário ativismo diplimático – requer estudos na direção aqui indicada, como também setores empresariais importantes começam a focalizar o Caribe como área de comércio e finanças indispensáveis para o desenvolvimento nacional. O Haití ganha destaque na ação diplomática e militar brasileira, mas há importantes iniciativas no terreno economico que já nao podem ser ignoradas. Da mesma forma, há grande interesse entre a cultura brasileira e a cultura caribenha, especialmente quando consideramos os temas relativos a escravidão e a identidade cultural dela derivada.

A região do Caribe é um espaço localizado no lado leste da América Central e unifica, dentro do Mar do Caribe, uma série de pequenas ilhas/países também conhecidas como Antilhas. São elas: Antígua e Barbuda, Aruba, Bahamas, Barbados, Cuba, Dominica, Granada, Guadelupe, Haiti, Ilhas Caimãs, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens, Jamaica, Martinica, Porto Rico, República Dominicana, Saint Barthélemy, Santa Lúcia, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas, Trinidad e Tobago. Vivem ali mais de 14 milhões de pessoas.
A Bacia do Caribe também é de interesse estratégico no que diz respeito a rotas comerciais, uma vez que cerca de metade da carga exterior do EUA e as importações de petróleo bruto é importado através das vias navegáveis do Caribe. Em tempo de guerra, estes números só podem aumentar.

Nos anos 70 todos estes estados insulares observaram que, diante do assédio dos países centrais, era mais do que necessário empreender uma união. Foi quando nasceu o Caricom, Mercado Comum e Comunidade do Caribe, visando entrar na lógica dos blocos econômicos. Naqueles dias Cuba não podia ser admitida, vindo a integrar o Caricom só em 1998, e como observadora.

Como esta é uma região muito pouco conhecida dos brasileiros também há poucas informações sobre as relações comerciais que se estabelecem entre o bloco do Caricom e o Brasil. Ainda assim, sabe-se que de tudo o que foi importado desta região, o maior fluxo vem da ilha de Trinidad Tobago (98%, segundo estudos de Débora Barros Leal Farias - Rev. Bras. Polít. Int. 43 (1): 43-68 [2000]), basicamente derivados do petróleo e gás natural. O Brasil tem embaixadas em apenas seis dos países do Caribe. O Brasil também tem relações com as Ilhas Caymans, onde existem vários escritórios de negócios tocados por brasileiros.

Com o advento da ALBA ( Aliança Bolivariana para os Povos da América Latina), em 2004, impulsionada pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, novas relações começaram a se formar no âmbito do Caribe, dentro de uma perspectiva mais equânime e isso também deu outra coloração a discussão sobre os problemas da região do Caribe. Não mais a lógica colonial imposta pelos Estados Unidos, disposto a manter essa região sob seu domínio e em estado de dependência. A ALBA inaugura outra relações no campo da cooperação energética, cultural e econômica.

Em função de todas estas questões, a região do Caribe deveria receber mais atenção da comunidade científica. E, é justamente a isso que o IELA se propõe trazendo para o debate a realidade caribenha em toda a sua complexidade.

terça-feira, 15 de março de 2011

Jornadas Bolivarianas 7a. edição 2011: Programação definitiva


04 de abril de 2011

- Noite – Auditório da Reitoria – UFSC
18:30 - Abertura oficial das VII Jornadas Bolivarianas
Transmissão ao vivo: mms://tvled.egc.ufsc.br/aovivo

19h - Palestra: Cuba: do experimento neocolonial à liderança antimperialista.
Fernando Rojas - Cuba
Coordenação: Beatriz Paiva

05 de abril de 2011

- Manhã – Auditório da Reitoria - UFSC
9:00 – Palestra: O imperialismo na América Central
Rafael Cuevas Molina – Costa Rica
Coordenação: César Medeiros

- Tarde – Auditório da Reitoria - UFSC

14:30 – Apresentação de trabalhos
Coordenação: Vitor Hugo Tonin

- Noite - Auditório da Reitoria – UFSC

18:30 - Palestra: Imperialismo e cultura andina

Silvia Rivera Cusicanqui - Bolívia
Coordenação: Fernando Correa Prado

Lançamento de Livros: O Mapa da Crise, de Nildo Ouriques e Elaine Tavares

06 de abril de 2011

- Manhã – Auditório da Reitoria - UFSC

9:00 – Palestra: O cinema latino-americano e a indústria cultural
Sérgio Santeiro – Brasil
Coordenação: Nildo Ouriques

- Tarde – Auditório do CCE

14:30 – 18:00 – Reprodução de filmes do Fernando “Pino” Solanas
- Noite – Auditório da Reitoria – UFSC

18:30h – Palestra: A mídia e o Imperialismo
Aram Aharonian – Venezuela
Coordenação: Elaine Tavares

07 de abril de 2011

- Manhã – Auditório da Reitoria – UFSC

9h –Mesa redonda: Imperialismo e cultura na América Latina

Silvia Rivera Cusicanqui, Aram Aharonian, Fernando Rojas, Rafael Cuevas Molina, Sérgio Santeiro, Nildo Ouriques
Coordenação: Waldir José Rampinelli

- Tarde – Auditório do CCE - UFSC

14:30 – 18:00 – Reprodução de filmes do Fernando “Pino” Solanas

Noite

22h – Em frente a reitoria
Festa Latino-Americana

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Imperialismo e Cultura

O tema das Jornadas deste ano, 2011, será Imperialismo e Cultura. Tudo já está pronto para mais esta maratona de debates e discussões. Em breve a programação final.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

AO VIVO

Assista as atividades das Jornadas ao vivo.
9h e 18h30min

mms://tvled.egc.ufsc.br/aovivo